Índice de Complexidade Operacional
ICO = MAX(Complexidade, Risco)
O pior dos dois manda. Média esconderia o risco.
Escritório de Automatizações
Decidir o que automatizar costuma ser disputa de opinião. O FARO troca isso por uma conta que se confere — da nota de cada caso, com fator, fonte e responsável, ao retorno da carteira, com premissa de dono nomeado e um número que pode ser reexecutado depois.
Fontes gratuitas e públicas do começo ao fim: nenhuma citação que o cliente não consiga abrir.
Índice de Complexidade Operacional
ICO = MAX(Complexidade, Risco)
O pior dos dois manda. Média esconderia o risco.
Quadrante
matriz Valor × Complexidade
Cruzamento de eixos, não multiplicação.
Oportunidade · tamanho da bolha
(Valor × Volume × Criticidade) ÷ Complexidade
Retorno pelo esforço, em escala fixa: filtrar não muda bolha nenhuma.
O problema
Duas perguntas que costumam ser respondidas por quem fala mais alto. O FARO responde as duas com números que têm origem, e deixa o caminho aberto para alguém conferir.
| Na hora de decidir | Como costuma ser respondido | Como o FARO responde |
|---|---|---|
| De onde vem a nota | De uma reunião. Ninguém consegue reconstruir depois por que aquele caso tirou 4 e não 2. | Propriedades técnicas verificáveis, na mesma régua para todos os domínios. De qualquer nota se abre fator → âncora → fonte → quem respondeu.fator · âncora · fonte · RACI |
| Se compensa | Uma economia estimada no slide, sem dono e sem data de validade. | VPL, payback descontado, ROI e SIR sobre a carteira — e cada premissa com quem responde por ela, de onde veio e até quando revisar.NIST HB 135 · HM Treasury Green Book |
| Seis meses depois | O número virou folclore. Ninguém sabe se ainda vale. | O número que foi à decisão é congelado com insumos, réguas e hash. O produto reexecuta e diz se ainda bate — ou se a régua mudou.régua vN · hash de insumos · data |
Passo 6 · antes de qualquer número
O método não começa perguntando se o caso é bom. Começa pedindo a rotina manual: quem dispara, que passos, em quais sistemas, quanto tempo. É o insumo mais barato do FARO — cerca de cinco minutos por caso — e o único sem o qual nada mais roda.
como é feito à mão hoje
Exemplo real do acervo: MF-01 · Backup do running-config dos switches, domínio Rede. Gatilho: agendamento recorrente. Sem aprovação — é operação de leitura. Executa: Rede crítica.
passo 1
Abrir sessão SSH no switch a partir do jump server
jump-bh-01 / jump-bh-02
passo 2
Executar show running-config e copiar a saída
Switch (IOS-XE / IOS / NX-OS)
passo 3
Colar o conteúdo em arquivo nomeado por hostname e data
Estação do analista
passo 4
Depositar o arquivo no repositório de configurações
GitLab CE (automacao/)
passo 5
Conferir por amostragem se a coleta saiu para todos os sites
Planilha de controle
O bloco acima é a rotina de um switch. Ela se repete 229 vezes por campanha — e a campanha é mensal. Duas decisões humanas no meio: se o device está em planta (zona OT) → passar pelo jump da planta; se a sessão cai → repetir até 3 vezes antes de abrir chamado.
alvos no parque
229
switches, inventário fechado por modelo
ainda feitos à mão
143
86 já cobertos por um script Expect; o benefício conta só os 143
tempo manual
21 min
por switch, por campanha
trabalho manual por ano
600,6 h
143 × 21 min × 12 campanhas
E o que a rotina de hoje não tem. Da própria descrição do as-is: “Device inacessível na campanha: fica sem backup do mês e ninguém é avisado — descoberto só na conferência por amostragem.” A falha existe, é conhecida, e o processo manual só a encontra depois, se encontrar.
É este bloco que o método pede antes de qualquer nota. Ele não é burocracia: é de onde saem o Volume (229 × 12 = 2.748 execuções/ano → nota 4 de 5), as horas que a automação pode poupar, e a lista de sistemas que o discovery vai procurar na documentação oficial.
detalhar um caso de uso
Não é um formulário de notas. É o gatilho da demanda, o passo a passo com o sistema de cada etapa, quem executa, quem aprova, o que costuma dar errado. Leva cerca de 5 minutos por caso, e a gaveta salva sozinha enquanto você digita.
Gaveta “Como é feito hoje (as-is)”7 blocos · 22 campos
1 · de onde vem a demanda
Gatilho da demanda · Tipo da demanda (ITIL) · Pré-condições
2 · como é feito hoje
Passo a passo do processo manual — um passo por item: a ação e em qual sistema · Sistemas e integrações tocados · Pontos de decisão e aprovação · Exceções, e o que se faz quando dá errado
3 · entradas e saídas (SIPOC)
Entradas necessárias · Saídas e resultado · Consumidor do resultado
4 · quem faz (RACI)
Quem executa · Quem aprova / autoriza · Consultados e informados
5 · restrições e riscos
Janela / restrição temporal · Regras de negócio e política · Depende de (outros casos) · Risco e impacto se falhar — o fato; a nota de Criticidade é do cliente, em outra tela · Variabilidade e % de exceções
6 · quanto — alimenta o Volume derivado
Frequência · Tempo manual por execução (min) · Nº de alvos/hosts por execução
7 · conclusão
Critério de sucesso / validação — como se sabe, hoje, que a operação terminou com êxito
229alvos por execução
Quantos servidores ou devices o processo toca de uma vez. No exemplo: os switches do parque.
1 × mêsfrequência
Com que regularidade a demanda ocorre. O vocabulário de período é fechado — dia · semana · quinzena · mês · bimestre · trimestre · semestre · ano.
21 mintempo manual por execução
Duração típica de mão de obra por alvo. É a única porta de entrada do benefício.
Com os três, o motor deriva sozinho:
Volume = hosts × frequência × vezes por ano = 229 × 1 × 12 = 2.748 execuções/ano → nota 4 de 5.
E o benefício ganha um número de horas para poupar. Sem eles, nada disso existe.
E o que ele se recusa a fazer. Falta um dos três e o caso não vira nota redonda: aparece com o diagnóstico do campo que falta — hosts_ausente, frequencia_ausente, tempo_manual_ausente. E recusa "1.000", que é mil em português e um em inglês: o produto não escolhe por você.
Passo 7 · a régua de classificação
Oito perguntas de fato, com dono declarado e resposta em texto — nunca em nota. O motor faz a conta; ninguém digita o resultado. Aqui está a régua inteira, e o que ela faz com cada resposta.
a régua de classificação
Nenhuma delas pergunta se o caso é complexo, e nenhuma pede uma nota de 1 a 5. Todas perguntam uma propriedade do artefato de automação — e a resposta é uma âncora escrita, não um número.
quem responde o quê
Q1 · Q3 · Q5 · Q6 · Q8
Fato de domínio: quantos sistemas a tarefa toca, se a ordem dos passos importa, quantas variações por modelo e versão existem, por qual interface se fala com o sistema, quanta decisão o playbook precisa tomar.
Q2 · Q4 · Q7
Fato de plataforma: existe módulo pronto e de qual tier, a operação é reversível, o --check é confiável. São as três que o arquiteto responde igual em qualquer domínio.
Valor · Criticidade · Volume
Valor e Criticidade são do lado do cliente, e o dono sai de uma lista fechada de quatro papéis: dono do serviço, gestor de negócio, patrocinador, controladoria. Volume não se pergunta a ninguém — é derivado do as-is.
as oito questões, e as âncoras de cada uma
Complexidadeespecialista
Quantos sistemas/plataformas a automatização toca?
1 sistema→2–3→4 ou mais
Complexidadearquiteto
Existe módulo Ansible pronto para a tarefa?
Sim, certified/supported→Só community→Não — comando cru / script
Complexidadeespecialista
A ordem dos passos importa / precisa gerenciar estado?
Não→Um pouco→Muito
Riscoarquiteto
A operação é reversível?
Somente leitura→Reversível com janela→Irreversível
Complexidadeespecialista
Quantas exceções por modelo/versão/plataforma?
Poucas→Algumas→Muitas
Complexidadeespecialista
Interface principal da tarefa?
API REST→CLI / SSH→UI / scraping
Modificador de Riscoarquiteto
O dry-run (--check) é confiável?
Sim→Parcial→Não
Complexidadeespecialista
Quanta lógica / decisão condicional?
Pouca→Média→Muita
Nenhuma das oito fala de rede, de Linux ou de banco. Todas falam de módulo pronto, interface, ordem de execução e variação de plataforma — propriedades do artefato, não do assunto. É por isso que a mesma régua serve para todos os domínios, e por isso a discordância desce para um fato: são mesmo três sistemas? o módulo é mesmo certified?
o que a máquina faz com as âncoras
soma as âncoras de Q1 Q2 Q3 Q5 Q6 Q8
→ converte em faixa pelos cortes 1 · 3 · 6 · 9
← soma dos fatoresacima de 9 →
O que é IP e o que não é. O peso de cada âncora não é publicado. Os cortes — 1, 3, 6, 9 — são. E a régua inteira, pesos inclusive, entra no hash do carimbo: você não vê o peso, mas nenhuma mudança nele passa despercebida.
risco = mín(5, âncora de Q4 + âncora de Q7)
→ o modificador de dry-run só entra quando a operação altera estado
Ser somente leitura reduz o Risco, não a Complexidade: se nada é alterado, não há mudança falha a descobrir — a resposta de dry-run fica registrada e não move a nota. Coletar dado de muitos modelos e versões continua sendo esforço de engenharia.
Uma consequência declarada, não maquiada. Com o gatilho e o teto acima, a nota 2 de Risco é inalcançável nesta régua. Não é defeito — é o que a régua produz, e o produto documenta em vez de esconder.
ICO = MAX(Complexidade, Risco)
[1–2] Baixo · [3] Médio · [4–5] Alto
Máximo, não média. Um caso simples de executar mas arriscado não é um caso médio — é um caso arriscado. E é o Risco, não o ICO, que o gate de onda consulta na hora de liberar a entrega.
a tese, posta à prova
A objeção mais comum a qualquer régua é “quem disse que o meu domínio é mais complexo que o seu?”. A resposta do FARO não é um argumento — são dois casos da mesma carteira, com o mesmo valor para o negócio, e a conta aberta de por que a nota diverge.
um caso de rede, um caso de linux
Dois casos reais da mesma carteira. O cliente deu a mesma nota de Valor e de Criticidade aos dois, e o motor derivou o mesmo Volume. Seis das oito âncoras técnicas são idênticas. Ainda assim, um entra na primeira onda e o outro só na terceira.
MF-01 · Rede
Backup do running-config dos switches
229 switches, campanha mensal. Módulo cisco.ios.ios_command, tier certified. Operação estritamente somente leitura.
MF-02 · Linux & Plataforma
Ciclo de patches em servidores RHEL
370 hosts RHEL (7, 8 e 9), ciclo mensal na janela de sábado. Módulo ansible.builtin.dnf, tier supported. Altera estado e reinicia o host.
Valor para o negócio
5 = 5
o cliente respondeu a mesma coisa nos dois
Criticidade
5 = 5
produção com SLA / segurança, nos dois
Volume — derivado, não perguntado
4 = 4
229 × 12 = 2.748 e 370 × 12 = 4.440: mesma faixa (2.000–10.000)
| questão da régua | MF-01 · Rede | MF-02 · Linux |
|---|---|---|
| Q1 Quantos sistemas a automatização toca? | 2–3 | 2–3 |
| Q2 Existe módulo Ansible pronto? | Sim, certified/supported | Sim, certified/supported |
| Q3 A ordem dos passos importa? | Não | Um pouco |
| Q4 A operação é reversível? | Somente leitura | Reversível com janela |
| Q5 Exceções por modelo/versão? | Muitas | Muitas |
| Q6 Interface principal da tarefa | CLI / SSH | CLI / SSH |
| Q7 O dry-run é confiável? | Sim | Parcial |
| Q8 Quanta lógica condicional? | Média | Média |
Onde os dois divergem, e onde não. A única divergência de Complexidade é a Q3, e ela não é suficiente para atravessar o corte 6: as duas somas caem na mesma faixa, e a Complexidade dos dois é 3. As outras duas divergências, Q4 e Q7, não entram na Complexidade — entram no Risco.
o que a régua devolveu
MF-01 · Rede
Gate de risco por onda. Onda 1 — Fundação, tier read-only, teto de risco 2: cabe. É o primeiro caso a entrar.
MF-02 · Linux
Gate de risco por onda. Onda 1 read-only, teto 2: não cabe. Onda 2 reversível, teto 3: não cabe. Onda 3 — Mudança em produção, teto 5: cabe.
Os dois casos empatam na fila — mesma Oportunidade, 33,3 — e mesmo assim são entregues em ondas diferentes. O que os separou não foi rede nem Linux: foi reversibilidade e confiança do dry-run. Um só lê, e não tem o que desfazer. O outro muda produção, reinicia o host, e a simulação do módulo cobre parte das tarefas — uma simulação incompleta dá confiança falsa: o erro aparece na aplicação. Nenhuma dessas duas perguntas é sobre o assunto. A dificuldade é do caminho, não do domínio.
Veja funcionando
Nove minutos percorrendo cada quadro com calma — nenhuma captura de tela, porque tela não explica método. O que o instrumento faz, o que ele se recusa a fazer, e por que o número que ele emite resiste à segunda pergunta.
ilustração autoral· voz sintética· 9 min 16 s
A documentação abre em metodo.html, com carregamento sob clique — nada baixa antes de você pedir.
O método
Compõe frameworks consagrados num trilho único — PMI, TOGAF, ITIL 4, DORA e Red Hat na classificação; NIST Handbook 135 e HM Treasury Green Book na conta econômica. Cada peça entra no passo em que tem autoridade.
o método completo
I
Descobrir e catalogar os casos de uso.
medir de forma defensável
A
Classificar por números de fonte confiável.
priorizar, planejar e entregar
O
Priorizar, validar e entregar o que vale.
Comece pelo que você já tem
Sem planilha nova, sem levantamento de três meses. Você classifica os cinco na régua do produto e sai com o quadrante, o ICO e a origem de cada número — o suficiente para a segunda reunião ser sobre a ordem, e não sobre a opinião.
Este painel mostra o estado deste cliente. Para entender o método — o que o FARO resolve, o que você recebe e quem preenche o quê — veja .
Pergunte em linguagem natural. Respondo primeiro pela documentação oficial indexada (citando a fonte); se não constar, busco na web e marco a origem. Nunca misturo as duas.
Todos os casos de uso. Classifique, vincule a um projeto (um UC fica em no máximo um projeto) ou desvincule para devolver ao backlog.
A ordem da lista é a fila recomendada do método: por Quadrante — Quick Win, Estratégico, Eficiência, Reavaliar — e, dentro de cada um, pela Oportunidade, da maior para a menor. No empate valem, nesta ordem, Risco menor, Complexidade menor e Valor maior — é esse critério que o selo “empate em … · desempatado por …” nomeia na linha, caso a caso. Quando nenhum dos três separa um caso do vizinho imediato, o selo diz “código (determinismo, não método)”: a ordem entre os dois é a alfabética, só para a lista não dançar entre dois desenhos — e não é prioridade. Casos ainda não classificados ficam depois dos quatro quadrantes, e os de nota de negócio assumida pelo motor ficam por último: a posição deles saiu de um número que ninguém respondeu. E ordenar não é entregar — quem libera a entrega é o gate de risco da onda.
Como a nota é calculada ↗
| ID | Caso de uso | Domínio | ICO | Estado | Projeto | Ações |
|---|
Cada projeto organiza seus casos de uso em ondas e cronograma próprios.
| Código | Projeto | UCs | Estado | Ações |
|---|
| ID | Caso | ICO | Onda | Ações |
|---|
O especialista responde os fatos; o motor calcula. Cada questão mostra quem responde (RACI) e um help.
R Responsável (faz/responde) · A Aprova · C Consultado · I Informado.
| Etapa | Especialista de domínio | Arquiteto | Lead do projeto | Cliente / Negócio |
|---|---|---|---|---|
| Descrever o UC + contexto técnico | R | C | I | C |
| Fatos técnicos (8 fatores → Complexidade/Risco) | R | A | I | — |
| Notas de negócio (Valor / Criticidade) — Volume é derivado de hosts×frequência | C | C | C | R |
| Índices ICO / Quadrante / Bolha (automático) | I | I | I | I |
| Validar a classificação | C | A | R | C |
| Priorizar / alocar em onda | C | A | R | C |
Regra do método: fato técnico é do especialista/arquiteto; nota de negócio é do cliente — ninguém opina fora da sua competência.
Quanto a automação deixa de gastar, quanto custa construir e manter, e se o caso se paga — com a conta aberta passo a passo, cada premissa marcada como medida ou presumida.
Carregando…
Cada carimbo congela os insumos, o resultado e as duas réguas — a de classificação e a econômica. Conferir reexecuta o cálculo a partir do que ficou congelado e devolve um veredito, não um "ok". São seis: íntegro · régua mudou (o número continua certo para a régua da época e deixou de ser comparável) · não reproduz · linha adulterada (o digest não bate — alteraram fora do produto) · entrada não registrada (o carimbo não guardou os insumos: dá para comparar o resultado, não para reexecutar) · sem digest (carimbo anterior ao digest). Um número emitido não se reescreve.
—
Cada caso classificado é uma bolha: a posição é o cruzamento dos eixos Valor e Complexidade (cruzamento de eixos, não multiplicação) e o tamanho é a Oportunidade numa escala fixa, a mesma em todas as telas — filtrar não muda o tamanho de nenhuma bolha. A legenda abaixo do gráfico abre a codificação inteira, e a tabela logo abaixo traz os mesmos casos em texto. Filtre por projeto para focar; acompanhe todos os projetos do cliente.
| Código | Caso de uso | Domínio | Valor | Complexidade | Volume | Criticidade | VPL (valor presente líquido, da tela de Retorno do investimento; SIR na linha de baixo) | Quadrante | Risco | ICO | Estado | Onda | Notas assumidas | Projeto | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Procedimento e módulo/collection com a fonte citada — dentro do acervo declarado abaixo. Fora dele, esta tela diz que está fora, em vez de devolver o documento mais próximo.
Modo apresentador (até 3 telas, sincronizadas): a Tela do cliente vai para o projetor; a Tela do apresentador mostra o que dizer com suas palavras, os pontos, o próximo slide, o cronômetro; e a Ajuda & Glossário (ao seu lado, ou num tablet) traz os termos deste slide + a busca de qualquer termo que o cliente questionar. As três se sincronizam — você navega em qualquer uma e as outras acompanham (mesmo navegador). Atalhos: setas navegam · G/Ctrl+K busca · F tela cheia · N notas.
O caminho completo do FARO — da preparação e do assessment ao sizing dimensionado e à decisão econômica. Siga na ordem; cada passo diz onde fica no menu (clique no marcador para ir direto).
Acaba com o achismo: transforma a lista de "o que automatizar" em prioridade (quadrante e ondas), tamanho (sizing AAP 2.7) e retorno (VPL da carteira, com o que foi descartado e por quê) — cada decisão rastreável até a fonte oficial, cada premissa econômica com dono nomeado, e o número da reunião congelado num registro que o produto reexecuta.
São 6 entregas — 4 saem direto dos 9 passos; Discovery e Sizing apoiam pelo assessment:
| Papel | Preenche | Para quê |
|---|---|---|
| Especialista de domínio | Complexidade (fatos técnicos) | medir o esforço real |
| Arquiteto de Automação | Risco · módulo pronto · decisões | avaliar reversibilidade e viabilidade |
| Cliente / Negócio | Valor · Criticidade | dizer o quanto importa ao negócio |
| FARO (automático) | Volume (derivado de hosts×frequência) · ICO · Quadrante · Sizing | calcular sem viés, citando a fonte |
Registrar o cliente (tenant) que será avaliado — código, nome e segmento.
Clientes ↗Registrar os colaboradores do projeto (engenheiros, especialistas de domínio, arquitetos, tech leads, gerentes) com papel e domínios. Alimenta o RACI e os squads.
Equipe ↗Cada projeto tem um squad designado; os membros vêm da Equipe (um colaborador pode estar em vários squads).
Squads ↗Responder o pilar de Estratégia & Maturidade (contexto + 23 perguntas que calculam o nível 1–5 + 10 complementares). Cada pergunta tem ajuda e responsável.
Assessment › Estratégia & Maturidade ↗Cadastrar (ou importar) os casos candidatos — descrição + contexto técnico (equipamentos, software, versões).
Casos de uso ↗Fatos técnicos (especialista + arquiteto) → Complexidade e Risco; notas de negócio (cliente) → Valor e Criticidade. O Volume é derivado de hosts×frequência do as-is. O ICO, o Quadrante e a Bolha calculam sozinhos.
Classificar ↗Coletar evidências do ambiente real por domínio (versões, topologia de rede, restrições) — insumo para viabilidade e sizing.
Assessment › Discovery técnico ↗O gráfico de bolhas mostra o que entrega mais oportunidade pelo esforço, entre os candidatos. Mais à esquerda e mais alto = melhor. Não é o cronograma: a onda vem no passo seguinte, e quem a governa é o gate de risco.
Priorização ↗Vincular os casos ao projeto e alocá-los em ondas, faseando por risco: o método recomenda abrir com uma onda read-only (ADR-FARO-004 §5), mas o nível de cada onda é decisão do plano do projeto — o gate compara o Risco do caso com o teto do nível daquela onda e recusa quem passa, seja ele Quick Win ou não.
Projetos › Ondas ↗Ingerir a documentação oficial (PDFs, em lote) na Base de conhecimento e consultar procedimentos/collections — tudo citando a fonte.
Doc-lookup ↗Calcular a AAP 2.7 a partir da topologia testada pela Red Hat: nós de controle, execução e hop, RAM, CPU, PostgreSQL e IOPS. Onde a documentação do fabricante se contradiz, o motor roda as duas leituras e mostra as duas — não escolhe uma em silêncio.
Sizing AAP ↗O ambiente salvo guarda o BoM por VM e, em cada uma, a zona de rede. Com isso o sistema responde a pergunta que só aparece na implantação: os alvos são alcançáveis? Conta as fronteiras de firewall atravessadas e declara o que não conseguiu concluir.
Ambientes ↗O que precisa existir antes de instalar: versão de SO, banco, storage, balanceador, liberações. Entrada bloqueante sem resposta impede a emissão — o sizing sai como “PARCIAL — NÃO CONTRATÁVEL”, dizendo o que destrava.
Pré-requisitos ↗O valor da hora do cliente, versionado por data (o dissídio muda, o número de março continua recalculável), e as premissas com dono. Premissa sem dono não é erro do sistema: é a informação mais útil da tela, porque é sempre por ela que o cliente pergunta.
Base econômica ↗O contrato por trás do custo de plataforma: nós contratados, vigência, valor e comprovante. Substitui um número digitado. Termo publicado é imutável — renovar cria registro novo apontando o anterior.
Base econômica › Subscrições ↗O dono do serviço confirma Valor e Criticidade. Fica registrado quem confirmou, quando e em que reunião — separado de quem registrou. Sem isso o número segue como rascunho interno.
Casos de uso › Validar ↗VPL, payback descontado, retorno sobre o PV de todos os custos e os dois índices por real — por real de CAPEX e por real de custo total —, com o SIR de cada caso na tabela da carteira. Tudo sobre valor presente, com horizonte e taxa únicos para toda a carteira. Separa economia de caixa de custo evitado, e mostra o cenário de estresse com os fatores oficiais do HM Treasury. TIR e AIRR o motor calcula e o carimbo congela, mas a tela não publica — a TIR porque a OMB A-94 é literal, “the internal rate of return does not generally provide an acceptable decision criterion”; o AIRR porque a taxa de reinvestimento que a Eq. 6-6 do NIST HB 135 exige é hoje, por premissa nossa, a própria taxa de desconto — e premissa que não é declarada não vira número na tela.
ROI ↗Caso que não se paga sai da carteira sem perder a avaliação: motivo de vocabulário fechado, decisor nomeado e data. E o sistema calcula quanto o caso precisaria valer em benefício não financeiro para se justificar mesmo assim — quem assume esse valor é uma pessoa, não o modelo.
Casos de uso › Rejeitar ↗O snapshot registra o resultado com autor, data, régua da época e quem estava rejeitado — dois relatórios com a mesma régua podem divergir só por decisão de escopo. E ele não só congela: a reprodução reexecuta os insumos e diz se o hash confere e se as réguas ainda são as da emissão. Daí saem a planilha (assessment, BoM e rastreabilidade) e o HLD em PDF.
ROI › Snapshots ↗Quer entender por que cada passo é assim e de onde vem o método? Veja Método (a classificação) e Guia do Assessment (os 4 pilares, fundamentados).
Editar as questões, dimensão e quem responde. Publicar versiona a régua — os pesos ficam no servidor (IP).
Registro dos clientes (tenants). Cada cliente tem seu próprio espaço isolado; aqui você cadastra o código, o nome e o segmento.
| Código | Nome | Tenant | Segmento | Estado | Dados | Ações |
|---|
O valor da hora de cada tipo de profissional e o dono de cada premissa do cálculo de ROI. É daqui que sai todo número em reais que o FARO apresenta — sem isto, o motor usa a referência do método e marca o resultado como presumido.
Cada versão vale a partir de uma data. Quando o dissídio muda o valor, você cria uma versão nova — a anterior não é apagada, fecha na véspera da nova. Assim um caso de março continua sendo recalculável com a folha de março.
Carregando…
Estes nove valores entram em todo caso da carteira. Até 01/09/2026 eles
só existiam por PUT /api/faro/roi/config — o próprio produto declarava
"sem tela ainda" no diagnóstico do ROI. Cada um mostra o intervalo que o motor
aceita e o padrão de que ele parte quando ninguém escolhe.
Nada é gravado enquanto você digita: a gravação é no botão, porque estes
números viram premissa com autor e data.
Carregando…
O custo anual da plataforma era um número digitado, sem nós contratados, sem vigência e sem comprovante. Aqui ele passa a ter termo. Nós contratados é o manifest_limit da única regra de conformidade que a Red Hat publica (managed > manifest_limit ⇒ non-compliant). Preço de lista da Red Hat não é público — o valor vem da proposta/PO do cliente. Termo publicado é imutável: renovar cria registro novo apontando o anterior.
Carregando…
Premissa sem dono não é erro do sistema: é a informação mais útil desta tela. Ela mostra, antes da reunião, qual número ninguém assumiu — e é sempre por esse que o cliente pergunta.
Carregando…
Perguntas de contexto técnico específicas de cada domínio. Não alteram os 8 fatores universais de complexidade (que são cross-domínio, por design) — só orientam a coleta e alimentam o doc-lookup. Cada pergunta preenche um campo do contexto (vendor / software / versoes / equipamentos / interface).
O diagnóstico Red Hat de adoção de automação, em 4 pilares. Cada resposta salva sozinha; cada número mostra a fonte oficial. Não é a quantidade de informação — é a clareza. A qualquer momento você gera o entregável em Excel (abas, respostas predefinidas, fórmulas e ajuda).
Colaboradores e seus papéis. Alimenta o RACI (quem responde o quê): a pessoa certa por domínio.
| Nome | Papel | Domínios | Estado | Ações |
|---|
Cada projeto tem um squad designado. Os membros vêm da Equipe — e um mesmo colaborador pode participar de vários squads/projetos.