A Red Hat não publica uma calculadora de sizing — publica requisitos por nó, topologias testadas e a fórmula de forks. Esta tela aplica essas regras e explica cada parâmetro (o que é, como estimar, exemplo, impacto). Cada linha do resultado é marcada doc (requisito oficial 2.7) ou est. (estimativa da ferramenta). Todo rótulo doc é clicável e abre o guia, a seção, a página e a frase literal da Red Hat que sustenta aquele número. Termos com sublinhado pontilhado mostram o significado ao passar o mouse. Clique em ⓘ em cada campo.
Estes três convertem managed hosts em forks no pico. Alimentam duas coisas: o porte relativo das classes de site (2 · Carga de automação) e o planejamento plurianual (4). Sem eles, a frota não entra em nenhum cálculo. est.
Declare o que o AAP encontra na rede: ITSM, diretório, Git, repositório de pacotes, monitoração. Eles aparecem na raia Integrações & Serviços do desenho, com as portas, e não somam vCPU, RAM nem disco — já existem no cliente. Marque Integra apenas quando o serviço realmente troca tráfego com a plataforma: é isso que faz o desenho contar a fronteira de firewall.
| Serviço | Portas | Zona | Integra |
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Marque as zonas que existem na rede do cliente. Zona desmarcada não é oferecida em lugar nenhum e não conta fronteira. Sem nenhuma marcada, vale o catálogo inteiro. Um cliente com uma iDMZ marca só uma — é o que faz a contagem de fronteiras bater com o desenho dele.
O catálogo do FARO traz a cadeia padrão OT → IDMZ → TI → Internet. Declare aqui as zonas deste cliente — cada planta com fronteira própria, cada DMZ regional, cada nome que a empresa usa. Elas passam a aparecer em todos os seletores de zona desta tela e no desenho do HLD. O campo Após é o que liga a zona à cadeia: é dele que sai a contagem de fronteiras, e portanto a necessidade de hop.
| Nome (como o cliente chama) | Chave | Após | OT | Firewall |
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O que já foi acordado e o que ainda pende. Sem status, a linha conta como pendente — decisão cujo estado ninguém soube dizer não é consenso, e classificá-la como acordada faria o documento afirmar uma aprovação que não houve.
| Decisão | Status | Responsável |
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Cada linha vira uma seta no desenho, ligando um componente a outro, com as portas daquele fluxo. Escolha a origem e o destino pela zona + camada e, quando houver mais de um card ali, refine pelo papel ou nome. A seta não altera número nenhum do sizing — ela documenta o que a Segurança vai liberar.
| Nome | De | Para | Portas | Bidir. |
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O que a automação toca: servidores, switches, SCADA, CLP. Aparecem na raia Dispositivos do desenho, com as portas de alvo. Desmarque alcançável para o equipamento que consta no documento mas não é alcançado diretamente — assim ele aparece sem inventar uma fronteira.
| Grupo de alvos | Descrição | Zona | Portas | Protocolo | Alcançável |
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Para cada zona que tem execution node no inventário: quais zonas de dispositivo ele alcança, e por onde sobe até o control plane. Deixe vazio para o motor manter o comportamento antigo (alcança a própria zona, sobe pelo caminho da malha).
| Zona do nó | Alcança | Sobe por | HA | Instance group |
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Quantos jobs de cada tipo rodam ao mesmo tempo no pico. Um system job custa 5 unidades de impacto; sync de inventário e update de projeto custam 1 cada. Deixe tudo em zero para usar o envelope bruto — que é o que o motor fazia antes deste campo existir.
Portas deste desenho que não constam da documentação da Red Hat. Entram nas arestas do mesh e saem no HLD em tabela separada, com a justificativa — nunca apresentadas como requisito do fabricante. Sem justificativa a linha não é enviada.
| Proto | Porta | Nome | Justificativa (obrigatória) |
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Cada proxy do inventário (papel haproxy) fala com um ou vários destinos. Escolha um serviço de integração já declarado — as portas vêm dele — ou o control plane, que usa a porta de malha. Sem nenhuma linha, o motor mantém a dedução antiga.
| Proxy | Zona do destino | Destino | Observação |
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A ferramenta já sabe onde há fronteira — vem da cadeia de zonas. Aqui você dá o nome de cada uma, para o desenho falar a língua do cliente. Use interno para o firewall que separa segmentos dentro da mesma zona: ele aparece no desenho e não conta como travessia.
| Nome | Tipo | Entre / Em | Nota |
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A carga central (jobs concorrentes acima) gera a execução central. Cada site remoto ganha seus execution nodes locais — executam perto dos alvos, via Automation Mesh. Declare os sites por classe: o BoM lê de cada site apenas porte→forks, adjacência e hops — o nome não entra em conta nenhuma, então setenta plantas iguais são uma linha com Qtd 70. Hops normalmente ficam em 0: vêm do campo "hops compartilhados" acima, e são partilhados por todos os sites.
| Classe | Qtd | Porte | Zona | Adjac. | Hops excl. |
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A classe é o default; a exceção é explícita. Quando um site foge do padrão da classe (porte maior, fronteira exclusiva), use ⤴ desvio na linha dela: o botão tira 1 site da classe e o promove a linha própria — é como se declara "69 plantas médias + 1 gigante" sem transformar as 69 em 69 linhas.
| Execution | executa o playbook perto dos alvos | soma forks |
| Hop | só roteia (jump), atravessa zona de rede | 0 forks |
| Control plane | decide o que roda (no core) | forks centrais |
CORE (control plane + execution central) │ │ hops compartilhados = 2 -> par HA na camada de borda │ atende TODAS as zonas atras dela ├ Zona remota A hops=0 -> execution local ├ Zona remota B hops=0 -> execution local └ Zona remota C hops=0 -> execution local Caminho ate a zona A: execution ==> hop(borda) ==> control plane 2 hops no TOTAL, para 3 zonas -- nao 3 pares de hop.O erro que isto evita Declarar hop em cada site multiplica VMs de roteamento por site. Com 10 sites, o modelo errado gera 10+ hops; o correto gera 2. Nesta tela Uma linha é uma classe. O cálculo é feito por site — ⌈forks×folga ÷ capacidade do shape⌉, elevado ao piso de alcance — e só então multiplicado por Qtd. A ordem importa: dividir a carga da classe pelo total de nós apagaria o piso e devolveria 1 nó para 70 plantas. Hops excl. → deixe 0, salvo fronteira exclusiva daquela classe. doc · specs por site est.
| Papel / nó | Qtd | vCPU | RAM | Disco | IOPS | Fonte / nota |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Total | — | — | — | — |
ⓘ O desenho usa o inventário gravado deste ambiente. Mexer num campo que gera VM (frota, concorrência, forks, topologia, classes de site) faz a tela recalcular o inventário, e a partir daí o desenho é o dos parâmetros — não o do que está salvo.